terça-feira, 23 de dezembro de 2014

O amor é como uma meditação

O amor para mim deve ser vivido
O amor para mim deve ser dividido
O amor para mim deveria nunca ter morrido


Ele é um como uma meditação porque foi sempre o amor que deixava  mais calma, eufórica, alegre e com vontade de viver.

O amor fazia sentir desejada por alguém e também tinha atenção desse alguém.
Mas dizem alguns boatos que tive muitos, mas amores conto pelo os dedos de uma única mão.
O primeiro amor que tive abriu-me a mente ao mundo.
O segundo amor abriu meu pensamento, meu raciocínio e minha devoção pessoal, ele fez questionamento.
O terceiro, é demasiado meu íntimo, ele entrava nos problemas e mandava a dica e dizia: " tu agora é que sabes o que queres fazer ou dizer."
Ele fez perceber que queria viver e desfrutar do que colocassem a frente.
Fiz mais amigos, mas não me apresentei como um prémio.
Tenho poucas amigas, mas sempre serão aquelas que irei continuar a ter.
O amor é como uma meditação porque basta agarrarem nossa mão, sentimos impulsos e por fim entramos em meditação.
Agradeço e peço a Deus de dar-me tempo de amar!

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